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13 junho, 2015

52ª prancha!

Toquem as fanfarras – a iniciativa CC:CE está finalmente terminada! Com esta 52ª prancha, o complicado mas entusiasmante caminho chega ao fim, e cabe-me a responsabilidade de atar o máximo de pontas soltas da BD construída até aqui. As partes divertidas ficaram para trás, resta só dar uma conclusão lógica ao que os mais de cinquenta autores edificaram.
Tentei dar um desfecho ao plano maquiavélico de Óscar (que chegou ao seu apex nas páginas #49-#50), reunir os heróis e até abordar a narrativa paralela dos Ceifeiros (tratados nas pranchas #48-#51). Em teoria, a história podia continuar ad infinitum, e nesse sentido qualquer conclusão não passa de um interlúdio, mas espero que esta soe suficientemente finalizante.


A minha biografia foi indicada no post da prancha CE#47.

14 maio, 2015

51ª prancha!

Após a 50ª página, estamos de volta com um extra para suavizar a conclusão do projecto. Um mimo de despedida, pois o fim está perto, muito perto…!
Nesta 51ª prancha, a autora (e colega de estúdio) Susana Resende, regressa à narrativa das BDs #47-48, focando-se na Ceifeira que surgiu inicialmente no troço #20-23 e tem estado no centro das atenções desde as #32-42. Com a sensibilidade que lhe é habitual, a Susana revelou a história da malograda Ceifeira/Anjo da Morte, que dá um novo contexto ao conflito com Lília Lívida e Grã-Ceifeiro, enquanto se preparara para saciar a sede de… vingança!


Sobre a autora: Susana Resende é artista plástica e ilustradora autodidacta, mais tarde licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2005), com passagem por Escultura (1999) e Vitrinismo (2004). Fez ainda os cursos de Introdução ao Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes (2001) e Tecnologias de Informação e Comunicação na Escola Profissional do Montijo (2006), onde também obteve o Curso de Competência Profissional/CCP (2012).
Estagiou como Técnica Superior de Expressões Plásticas, na Cercica (2008-2009), e trabalha como freelancer em ilustração, além de coordenar workshops de Artes plásticas e performances de desenho ao vivo, como a realizada na Cerciama, na Gala do 20º Pirilampo Mágico ou no evento musical Festival do Som, em Parede.
Entre a trintena de exposições realizadas, destacam-se: Paisagem, na Quinta do Saldanha (Montijo, 2005); Esperança, na Galeria Lucília Guimarães (Guimarães) e Galeria Reversos (Lisboa, 2006); a retrospectiva Perspectivas, na Casa da Cultura de Melgaço (Minho, 2008), seguida da individual Movimento no Desenho no Movimento, inserida no evento BD ao Forte (Lisboa, 2012), e as colectivas Entre:Visões, na Fundação D. Carlos I (Cascais; 2012), O Infante Portugal em Universos Reunidos, no 23º Amadora BD (2012), e Montijo Faz P’Arte, tida na Galeria Municipal do Montijo e depois em Canha (2014). Em 2015, participa na mostra Tributo TMNT PT, inserida no XII Festival Internacional de BD de Beja.
A nível editorial, após passagem pelo projecto O Infante Portugal, participará na saga Aurora Boreal, por José de Matos-Cruz. A BD de estreia “Sayonara”, in Zona Nippon 2, foi nomeada e ficou no 2º lugar de Melhor Obra Curta, no XII Troféus Central Comics.

07 maio, 2015

50ª prancha!

Bem-vindos de volta ao FIM! Eis a temida 50ª página, durante tanto tempo uma miragem…! Desde já, PARABÉNS aos amigos e colegas que ao longo dos anos tiraram do seu tempo e dedicaram o seu talento à iniciativa, levando-a, página após página, a este momento inédito em banda desenhada colaborativa nestes moldes em Portugal, o qual só peca por moroso.
Obrigado a todos/as! Mas como aberração que se preza, não fica por aqui. Faltam dar os últimos suspiros e assentar ossadas, pelo que aguardem por extras nas próximas semanas.

Sobre a quinquagésima BD, coube ao jovem autor Nuno Lourenço Rodrigues salvar o dia, aceitando o repto de preencher a lacuna criada por outros; o Nuno esteve entre os primeiros voluntários em marcar lugar no projecto, pelo que é justo estar entre os que fecham a porta. E optou aqui por continuar a narrativa alusiva a Óscar e à horda de andróides concebidos pela Corp-Auto, focada na página #49



Nuno Lourenço Rodrigues (Lisboa, 1989) é licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e em Design Gráfico pela University of East London (2010). Mais tarde, em 2012, obteve o mestrado em Ilustração e Animação na Kingston University de Londres. Na sequência deste percurso académico, realizou vários fanzines (sem distribuição comercial) onde aliou pela primeira vez a sua vertente ilustrativa à arte sequencial, enquanto que paralelamente fazia diversos trabalhos de design gráfico e ilustração, em regime freelance.
Desde 2014, é residente no The Lisbon Studio - através do qual foi convidado a estar presente no 1º Comic-Con Portugal - onde continua a desenhar monstros, e espera evoluir criativamente e avançar como ilustrador/autor de banda desenhada.
Mais recentemente, colaborou com o escritor André Oliveira na 'curta "O Barbeiro que contava histórias", na revista CAIS, e incluída na antologia Casulo (Kingpin Books), e perspectiva integrar o álbum colectivo Portugal 2055, previsto para 2015.

10 novembro, 2014

49ª prancha!

A viagem foi curta – chegámos à penúltima prancha da iniciativa! Henryk Valadas é o autor que se segue (com apoio no argumento por Daniel Maia); jovem ilustrador da nossa praça, com presença assídua na comunidade online de BD e passagem por vários eventos e algumas edições nacionais.
Voltando à narrativa: Após a aparente conclusão do caos causado pela impossível-de-aturar Lília Lívida, menina-Monstro que não é senão a filha do Grã-Ceifeiro, devolvemos agora o foco à vertente Corp-Auto da narrativa e ao enigmático Óscar…


Sobre o autor: Henryk Valadas nasceu nas Caldas da Rainha onde, desde cedo, encontrou o gosto pelo desenho; gosto que o levou a formar-se em Design Gráfico (ETIC, 2006) e mais tarde licenciar-se em Design (IADE, 2013). Ainda antes da sua vida académica, já havia enveredado pelo sector da BD nacional através de eventos e iniciativas várias, tais como o Comics-PT (o 1º website de BD portuguesa; descontinuado), ali publicando a sua primeira BD enquanto autor, “Street Knights.” Venceu o 1º prémio do concurso de BD “Heróis da Serra da Estrela” e também co-fundou e participou no grupo AJCOI-BD, no Pinhal Novo – onde reside –, que produziu a revista de talentos nacionais Sketchbook e o primeiro salão de Banda Desenhada do Pinhal Novo (ambos já extintos).
Fundou com os colegas Daniel Henriques e Rui Moura o Split-Up Studio, através do qual criaram a série “Wonderland,” com edição regular no BDjornal (Ano II), e que lhes garantiu presença como autores convidados no festival Amadora BD, de 2005 a 2007; porém, infelizmente a publicação desta rúbrica não chegou a ter conclusão. No seu portfolio, já em regime freelance, constam ilustrações para livros escolares, colaborações com o Central Comics, a capa do disco de comemoração do 15º aniversário do programa radio Indiegente, o poster da banda To The Fishes e, mais recentemente, no Tributo Português a Tartarugas Ninja.

07 novembro, 2014

48ª prancha!

O Cadavre Exquis está definitivamente de novo em rodagem, e depois de breve intervalo para assimilar o regresso (e quiçá, tempo também para passar em revista as BDs que ficaram para trás--?), estreamos hoje uma nova prancha, cortesia de Nuno Ribeiro Silva, meu ocasional colega/colaborador, na sua primeira experiência em arte sequencial.
                                                  
E a nova página pega directamente onde a anterior nos deixou…



Sobre o autor: Nuno Ribeiro Silva trabalha como Designer freelance, tendo-se licenciado em Design de Produção Visual no IADE, e também realizado formações profissionais em Modelação 3D e Animação. Entre os seus trabalhos gráficos, destacam-se os grafismos e paginação do fanzine All-Girlz Banzai!, e o design dos álbuns da banda Low Torque, entre outras.


03 novembro, 2014

47ª prancha!

Por fim, o ‘Cadavre começa o seu último fôlego! Depois do ponto-de-situação no post anterior, eis a 1ª prancha desta breve recta final. E que prancha! Sendo, creio, a 4ª versão da página #47, mesmo tendo assumindo a sua produção, só agora, cerca de dois anos depois (i.e. foi desenhada em 2012), é possível partilhá-la, após estarem asseguradas as próximas BDs. Irra!
                                                                                                                                         
Nesta prancha, escolhi fazer uma narrativa paralela, separada pela coluna esq. e drta, que no fim convergem na imagem final. Optei também por dar continuação à #44, pela Carla Rodrigues, que deixou a trupe dos andróides Bernardo e Taz-33 com o bebé Prof. Octávio, acabados de aterrar na Riverside Resort, prestes a lutar com a menina-Demónio. Também se estreia aqui, em definitivo, uma figura que até agora tinha sido apenas simbólica na iniciativa… Quanto ao que se sucede a seguir, terão de esperar até 4af (5-11).


Como é apanágio, deixo aqui uma breve biografia minha e link para o meu blog artístico:

DANIEL MAIA é um ilustrador e autor de BD. Embora autodidacta, estudou Narrativa na CITEN-Gulbenkian (1995), Desenho na Sociedade Nacional de Belas-Artes (1997) e Design no IADE (1998). Começou actividade em artes gráficas em 1993, com BD em jornal escolar, ilustrações institucionais e desenhos em revistas de super-heróis e fanzines. Após breve ocupação como livreiro, manteve rubrica de BD na Maxmen (2003-2004), de seguida desenvolvendo conceitos para Platinum Publishing. Em publicidade, fez storyboards e ilustrações para agências multinacionais, voltando depois à Arte Sequencial em antologias e prosa ilustrada, antes de se estrear como penciler no título X da Dark Horse (2014), via agência Chiaroscuro Studios.
Promoveu a sua primeira iniciativa ainda no liceu – o salão ExpoBD’96 (Montijo) – e de 2003-2010 participou nos eventos Troféus Central Comics, além de assinar artigos para Bedeteca de Lisboa, Bedeteca de Beja e outros, assim como os projectos editoriais All-Girlz, Tributo a Robert E. Howard e Cadáver Esquisito etc. Por vezes expõe e realiza workshops em escolas e festivais, também sendo ocasionalmente júri de prémios. Ainda, co-fundou o Fantasia Estúdios (1995-1997) – o primeiro estúdio português de BD ao estilo norte-americano – e Banzai Studios (2003-2004), passando depois pelo grupo Blazt (2005-2006) e Hydra Studios (2007-2008), até criar o seu estúdio e selo editorial Arga Warga (2009).
Embora não penda para concursos, venceu: Concurso de ilustração Lupus, promovido pela Crash!/Livraria 9ª Arte (1994); 3º lugar e prémio Artista Revelação atribuído pela crítica especializada, no concurso Coelho Coelho, da BDmania/NGT (1995); Prémio Melhor Desenho Nacional no IV Troféus Central Comics (2006); Busca mundial de talentos ChesterQuest, da Marvel Comics (2008); e Melhor Fanzine no VIII Troféus Central Comics (2010).

01 outubro, 2010

46ª prancha!

Boas! Apesar de nova delonga, entrámos “oficialmente” na recta final para a página #50, um número simbólico que todavia vem atestar ao dinamismo de todos os envolvidos e, claro está, à verve criativa deste projecto, que apesar de ocasionais pausas perdura, tão firme quanto qualquer rigor mortis, após DOIS anos de actividade, e dá provas de ter ainda muito para oferecer. Fiquem por aí até final do mês, para mais um punhado de lúdicas e inventivas pranchas.

Nesta página #46, o estreante Hugo Gomes deu continuação ao confronto entre o irrepreensível Óscar e a subversiva CorpAuto, nesta contenda pelo poder sob a tecnologia UMD (Unidade Molécular Destemporizadora) que, com a secreta organização Papal em caos (como visto das pranchas CE1 à CE13), caiu nas proverbiais “mãos erradas”…


Novato nos meandros da BD, o background em Artes deu ao Hugo oportunidades para desenvolver as suas aptidões gráficas, como se confirma pela sua participação. Leitor de BD desde jovem, aprecia em particular os autores de comics Chris Sprouse, Dustin Nguyen e Giuseppe Camuncoli, entre vários outros. E depois desta experiência, tem em mãos algumas ideias que quer um dia pôr no papel…

O ‘Cadavre regressa do mausoléu na próxima semana. Boas leituras!

08 setembro, 2010

45ª prancha!

Após a reabertura de hostilidades com os posts recentes, e retomado que está o normal encadeamento de participações no evento, carrego hoje por fim a prancha #45. O autor da nova página é o Luís Guerreiro, que integra o núcleo de BD do Atelier Toupeira, de Beja.

Um dos mais antigos colaboradores do Toupeira, o Luís integrou ocasionalmente as expos e edições do grupo, bem como as actividades da Bedeteca de Beja, já em 2005. Entre as BDs assinadas para o Venham+5, fez ainda outros trabalhos para a revista do município e no extinto jornal da região de Sines, com cartoons. Com planos aderir ao Deviantart no próximo trimestre, o Luís quer aumentar o seu portfólio de BD.

E com isto, deixo-vos pendurados mais uns dias. Na próxima semana teremos a página seguinte;)

03 março, 2010

44ª prancha!

É com prazer que apresento a página #44, pela jovem autora Carla Rodrigues. Nesta, prossegue o confronto entre os nossos andróides, Bernardo e TAZ-33, e o novo Anjo da Morte, mas com surpresas permeio! Já ouvimos falar de crueldade juvenil, mas isto é ridículo...


A Carla - a 50ª colaboradora no Cadavre Exquis! - é uma autodidacta e talentosa ilustradora que, embora sem background em Artes, conta já com um promissor percurso na àrea. Formada em Biologia, mas artisticamente influênciada por autores tais como Jhonen Vasquez, Roman Dirge, Jim Mahfood e Craig Thompson, a Carla estreou-se na edição com colaborações no projecto editorial Zona, no qual assinou a capa do 3º número. Teve ainda o seu trabalho figurado em marcas de roupa, capas de CDs para bandas, jogos de cartas coleccionáveis e no documentário francês "Suck my Geek!"
Participa ainda no webcomic "A Garagem de Kubrik", com o escritor J.B. Martins, e actualmente colabora ainda no projecto "Night of the Living Dead Reanimated."
Profusamente dispersa pela netsfera, a autora manter regularmente actualizadas as suas páginas em várias redes sociais, como Deviantart, Twitter, Creativestem, DaPortfólio, e o seu blog pessoal.

Há mais pranchas a caminho. "'Bevére!..."

26 fevereiro, 2010

43ª prancha!

43, que foi um "31"...! Depois de algumas participações goradas, que tardaram o arraque do Cadavre Exquis no começo de 2010, eis que estamos de volta, pela mão de Manuel Mateus.
Mas o nobre cadáver não é o únicoa voltar à carga nesta página #43: regressando à baía de Riverside Resort, após terem salvo do limbo espaço-temporal o prof. Octávio - agora rejuvenescido à forma de bebé -, os andróides Bernardo e TAZ-33 dão com o local destruído. O que terá acontecido na sua ausência? E onde estão os colegas Evelina e Ivanildo?...

Apesar do seu background em multimedia, o Manuel confessa sempre ter tido preferencia por desenho e BD. É pois um novo estreante no evento, que aqui tenta um dos seus primeiros trabalhos mais públicos em banda desenhada. o desenhador admite ainda as influências dos autores Michael Avon Oeming e do espanhol Vitor Santos no seu traço, aos quais espera fazer jus.
Entretanto, há mais 'Cadavres a remexer na campa e prestes a virem juntar-se à dança. Vemo-nos daqui a alguns dias ;)

29 dezembro, 2009

42ª prancha!

Chegámos ao final de mais um ano no evento Cadavre Exquis – e que ano! – mas falta-nos mais uma página para completar o ramalhete. A 42ª e última prancha de 2009 chega-nos pela autora Sónia Oliveira, arquitecta e ilustradora, que com um cheirinho a Goethe e Ingmar Bergman nos narra um pacto firmado entre Evelina e o Anjo da Morte, para se unirem contra o novo Anjo da Morte, que ameaça a existência de ambos…!

A Sónia é formada em Arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa, tendo exercido a profissão em Glasgow nos últimos três anos. Após cursar na Nextart, onde adquiriu experiência em ilustração, tem publicado diversos trabalhos no sector, donde se destacam as capas para a editora NelsondeMatos e arte editorial no DN Jovem.
Em BD, ainda antes de participar no All-Girlz Galore, já havia editado noutras antologias, tais como o Milk+Vodka, na polaca Ziniol, e no anuário The Aesthetica Creative Works 2009, estando também para breve uma colaboração no Gambuzine (II) 02 e no próximo Venham +5 (Bedeteca de Beja).
Dedicada participante em concursos internacionais, já granjeou duas menções honrosas a nível nacional e 2º lugar na categoria Amadores do Festival Internacional de BD de Lódz (Polónia), em 2009.

--E aproveito desde já para desejar BOM ANO NOVO a todos os colaboradores e visitantes do C.E. A construção do nosso inefável cadáver continua em 2010 ;)


17 dezembro, 2009

41ª prancha!

A página #41 traz um novo colaborador com raízes no cartoon: o Francisco Santos aproveitou a deixa na prévia prancha e decidiu desenvolver a trama do confronto entre os dois Anjos da Morte, com Evelina pelo meio! “Volte de face”, anyone…?

O
Francisco é arquitecto e vive actualmente em Estocolmo, onde exerce a profissão. Como actividade paralela, faz ilustrações e outros trabalhos gráficos, entre eles banda desenhada. Após participar num dos concursos do FIBDA, o Francisco começou uma rubrica online no magazine Onda Culta, que de início corria ao ritmo de 1 prancha por mês, embora tenha abrandado desde então. Mas podem ver mais trabalhos no seu outro webcomic, intitulado Não Tens Piada.
O Francisco frisa ter vontade de estreitar relações com projectos de BD nacionais, embora o fazer contactos nesse sentido não lhe seja fácil. Fica portanto o “recado”, com vista a vindouras colaborações…;)


06 dezembro, 2009

40ª prancha!

Estamos na recta final do ano e o ‘Cadavre ainda tem alguma lenha para queimar antes de virar o calendário. E já vamos na 40ª prancha da iniciativa! Parabéns e obrigado a todos os envolvidos até aqui :)
O autor é o meu amigo Daniel Henriques, jovem e talentoso autor do Pinhal Novo, que na sua prestação virou as atenções para os Anjos da Morte, na sequência do CE#37. Sim, ouviram bem: “Anjos”. Plural! Ficamos em suspenso para a pág.#41, que chega em breve... Até lá!



Sobre o Daniel, fã de banda desenhada desde novo, estreou-se na área integrando até 2006 a Associação Juvenil C.O.I., da C.M. Pinhal Novo, tendo participado na capa da Sketchbook #2. Posteriormente, após co-assinar a ‘curta “Zombie Mall”, com colegas do estúdio Split Up, editada in BDjornal #20, escreveu e arte-finalizou os quatro capítulos (dos quais o último ficou por editar) da série “Wonderland”, com os mesmos colaboradores, publicada pela Pedranocharco no BDjornal, entre 2007 e 2008.
Mais recentemente, auto-editou com o luso-canadiano Jay São Bento (co-argumento e desenho) o comic “Bang Bang, Kill Kill”, lançado na convenção Toronto Fan Expo 2008, do qual, por cá, um breve teaser foi incluído no BDJornal #24.
Embora prefira operar em parceria e como ‘inker, esta participação no Cadavre Exquis marca a sua primeira BD a solo e onde assume o desenho.


30 novembro, 2009

39ª prancha!

Estamos de volta, com o período de natal à porta, mas o Cadavre Exquis não arreda pé e chega com a 39ª página da iniciativa. O autor é o newcomer Filipe Coelho, que optou por abordar a acção paralela (com partida na pg.33), que foca o “resgate” do professor Octávio, preso em animação suspensa no limbo entre dimensões, após sobrecarga da sua UMD/Unidade Molecular Destemporizadora (na pg.31)…!

O Filipe é um jovem autor algarvio (Loulé), de 25 anos, licenciado em Design de Comunicação e com formação em Pintura. Embora tenha desenvolvido interesses pelas áreas da Escultura e Fotografia durante a faculdade, actualmente dedica-se mais à Ilustração Digital, apenas ainda mantendo como “artesanal” a fase do desenho.
Já o seu gosto pela Banda Desenhada derivou da própria prática do desenho, alimentado pelas revistas que lia, mais tarde evoluindo a sua arte através duma aprendizagem autodidacta, depois complementada em workshops do seu conterrâneo, o autor José Carlos Fernandes. Fruto disso, realizou um mini-comic para o projecto escolar "Kinetic Comic", o qual foi produzido – argumento, arte, design e pós-produção – inteiramente por si. Recentemente, começou a colaborar com o fanzine Zona.

Aguardem pelas próximas pranchas, que o Cadavre já tem penduradas debaixo da chaminé…!


28 novembro, 2009

38ª prancha!

Tempo para um breve interlúdio. Com a participação de LLL, a grafia de assinatura de Luís Lourenço Lopes, a BD #38 volta a focar o vilanesco Óscar, levado pelos seguranças da Corporação Autómata após o confronto com Evelina e Prof. Octávio (na página 33)…


Sobre o autor,
LLL é um recém-chegado à comunidade nacional de banda desenhada, embora há bastante tempo seja leitor de BD, em especial do autor Pedro Morais, de quem assume ser fã. Começou a fazer BD em 2008, actividade que apenas realiza nos tempos livres, e estreou-se com pranchas autoconclusivas nos dois números dos fanzines Zona; nomeadamente com o conto “Oeste”, em Zona Zero (Maio 2009), e “Insane”, na Zona Negra (Setembro 2009).

Com tudo em aberto, as (des)aventuras no Cadavre Exquis continuam em breve ;)

25 novembro, 2009

37ª prancha!

Isto vai aquecer! A prancha #37 de hoje chega-nos pelo meu amigo e ex-colega João Mendonça (sem parentesco com o autor anterior), que nos preparou um volte de face algo, erm… sui géneris.

“E agora, para algo completamente diferente…”


…Que se segue? Com Ivanildo fora de cena, que esperança resta aos nossos heróis, contra magnatas corporativos em luxúria mercantil e vis entidades paranormais, descontextualizadas da sua dimensão original??… Vejamos nas próximas páginas.


Ex-colega no estúdio Hydra,
João Mendonça é um dos “segredos melhor guardados” da BD portuguesa. Dos mais versáteis ilustradores do mercado, começou por participar na revista Azul BD 3, pela Jogo de Imagens (mais tarde, Polvo Edições), depois adaptando o romance de Almeida Garret “Joaninha dos Olhos Verdes v1 – O Bem e o Mal”, com argumento de Jorge Magalhães, pela Edições Asa (1993). O álbum mais recente, “Sucubu”, inteiramente pintado a óleo e focando um episódio sobrenatural durante a invasão Árabe, continua inédito (incompreensivelmente), já tendo estado nas mãos de duas editoras nacionais...
Formando em 2009 um novo estúdio, o João actualmente trabalha no sector do design, ilustração e audio-visuais. Pelo caminho ilustrou “Os Super 4” (Presença), entre outros, e marcou presença em ilustrações para várias editoras escolares.


17 novembro, 2009

36ª prancha!

Em pleno inverno, o nosso Cadáver continua a aquecer, com a acção anterior à beira da piscina e agora os nervos em franja. O autor desta semana é Miguel Mendonça, outro dos portentosos ilustres desconhecidos que agraçam a iniciativa.


Esta 36ª prancha foi-nos trazida por Miguel Mendonça, jovem autor algarvio, que não é estranho aos meandros da banda desenhada, tendo integrado um pequeno núcleo de BD de Olhão quando era novo, e já tendo participado em concursos de BD nacionais; nomeadamente, a nível do seu concelho, em 2001 e 2007, os quais ganhou, e no PNBD do FIBDB, em 2004 e 2008.
Licenciado em Design de Comunicação, o Miguel está presentemente a edificar uma empresa sua direccionada para as artes gráficas. Esperemos que fazer BD continue a fazer parte dos seus planos…

E enquanto não chegam mais reviravoltas nas andanças dos nossos heróis, ficam aqui dois esboços do Miguel: uns ensaios para as personagens a desenhar e uma versão preliminar da página, a lápis.



05 novembro, 2009

35ª prancha!

Dos mais talentosos ilustradores a surgir no mercado nos últimos tempos, André Caetano é o autor da cadavérica prancha de hoje, a 35ª por sinal (vamos bem lançados!). Nela, o André deu sequência ao twist das anteriores duas páginas, focando a passagem do Anjo da Morte pela nossa realidade, enquanto manipula o kraken Nemo a seu proveito…


André Caetano
nasceu em Coimbra e é licenciado em Design de Comunicação pela Escola Universitária de Artes de Coimbra, após qual curso entrou como bolseiro no Instituto Pedro Nunes, como designer. Desde 2008 trabalha em artes gráficas como freelancer, participando simultaneamente em várias exposições, com desenho e pintura.
Esta é sua experiência em BD é precedida pela publicação este ano de dois livros por si ilustrados, nomeadamente “O Abade João”, áudio-livro escrito por Lurdes Breda e música de Jorge Brito, pela Minerva, e mais recentemente “Versos de Respirar”, de José António Franco, pela Calendário.


…E posto isto, com o novo cliffhanger a pisar-nos os calos, já estão em curso mais 3 páginas. Até breve!


31 outubro, 2009

34ª prancha!

É com especial prazer que hoje partilho a página #34. O seu autor é o meu amigo e ex-colega do Estúdio Hydra, Miguel Félix. Com tudo em aberto no “Comboio Cadáver”, vejamos o que o Miguel preparou…


“De algoz a contabilista.” ‘Nuff said! A continuação já está no prelo, dear readers.

Sobre o autor,
Miguel Félix, há que reconhecê-lo como um homem renascentista. Com background nas Belas-Artes, donde talvez venha a sua paixão pela escrita e pela pintura, o Miguel dedica-se em grande parte às artes gráficas, em várias vertentes: desde a ilustração editorial/cartoon à ilustração infantil, passando pela infoarte e webdesign, e mesmo pela concepção gráfica e design, que realiza também para colaborações com a Motorpress (onde desenvolveu a revista ProTénis, em 2007).
Mas a isso há que juntar ainda a sua experiência enquanto operador de impressora offset e as actividades de formador de informática. Não suficiente, dando proveito à sua passagem por coordenador cultural da SIMECQ, o Miguel lançou em 2008 com um sócio a chancela Natur Terra, que se dedica a publicar livros de sensibilização sobre zonas protegidas nacionais e património.
Posto isso, soma-se agora ao seu já vasto percurso ainda mais esta variante, a da Banda Desenhada.

(Acima, alguns esboços preliminares do Miguel, figurando o kraken Nemo e a verdadeira face do Anjo da Morte)

26 outubro, 2009

33ª prancha!

Subindo a engrenagem no vagão ‘Cadavre, temos a 33ª página, do ilustre desconhecido David Henrique, que pega na batuta da prancha anterior e faz um ponto da situação, para no final voltar a “dar as cartas” para as próximas aventuras dos personagens.


…o ‘Cadavre Exquis chegou à cruzilhada: como se darão os andróides Bernardo e TAZ-33 no resgate do professor Octávio, espalhado no limbo entre dimensões? E conseguirão Evelina e Ivanildo descobrir quem tentou destruir Bernardo (na pág.24) e porquê? E ainda, o que nos guarda o Anjo da Morte, em férias nesta realidade, agora que reconheceu a trupe e passou à face de guerra? …A resposta chega em breve!

Sobre o autor David Henrique, ainda pouco há a dizer. Actualmente a frequentar um curso profissional direccionado para o webdesign, trabalha simultaneamente para uma gráfica na margem sul.
David descobriu a banda desenhada há pouco tempo, tendo vindo desde então a desenvolver as suas já existentes aptidões para o desenho em função da difícil arte da narrativa sequencial. Já participou num concurso de BD no estrangeiro, no qual não chegou a ser seleccionado, e esta colaboração no CC:Cadavre Exquis é a sua primeira BD para um projecto nacional. Venham mais!