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17 novembro, 2009

36ª prancha!

Em pleno inverno, o nosso Cadáver continua a aquecer, com a acção anterior à beira da piscina e agora os nervos em franja. O autor desta semana é Miguel Mendonça, outro dos portentosos ilustres desconhecidos que agraçam a iniciativa.


Esta 36ª prancha foi-nos trazida por Miguel Mendonça, jovem autor algarvio, que não é estranho aos meandros da banda desenhada, tendo integrado um pequeno núcleo de BD de Olhão quando era novo, e já tendo participado em concursos de BD nacionais; nomeadamente, a nível do seu concelho, em 2001 e 2007, os quais ganhou, e no PNBD do FIBDB, em 2004 e 2008.
Licenciado em Design de Comunicação, o Miguel está presentemente a edificar uma empresa sua direccionada para as artes gráficas. Esperemos que fazer BD continue a fazer parte dos seus planos…

E enquanto não chegam mais reviravoltas nas andanças dos nossos heróis, ficam aqui dois esboços do Miguel: uns ensaios para as personagens a desenhar e uma versão preliminar da página, a lápis.



31 outubro, 2009

34ª prancha!

É com especial prazer que hoje partilho a página #34. O seu autor é o meu amigo e ex-colega do Estúdio Hydra, Miguel Félix. Com tudo em aberto no “Comboio Cadáver”, vejamos o que o Miguel preparou…


“De algoz a contabilista.” ‘Nuff said! A continuação já está no prelo, dear readers.

Sobre o autor,
Miguel Félix, há que reconhecê-lo como um homem renascentista. Com background nas Belas-Artes, donde talvez venha a sua paixão pela escrita e pela pintura, o Miguel dedica-se em grande parte às artes gráficas, em várias vertentes: desde a ilustração editorial/cartoon à ilustração infantil, passando pela infoarte e webdesign, e mesmo pela concepção gráfica e design, que realiza também para colaborações com a Motorpress (onde desenvolveu a revista ProTénis, em 2007).
Mas a isso há que juntar ainda a sua experiência enquanto operador de impressora offset e as actividades de formador de informática. Não suficiente, dando proveito à sua passagem por coordenador cultural da SIMECQ, o Miguel lançou em 2008 com um sócio a chancela Natur Terra, que se dedica a publicar livros de sensibilização sobre zonas protegidas nacionais e património.
Posto isso, soma-se agora ao seu já vasto percurso ainda mais esta variante, a da Banda Desenhada.

(Acima, alguns esboços preliminares do Miguel, figurando o kraken Nemo e a verdadeira face do Anjo da Morte)

03 maio, 2009

13ª prancha!

Para o próximo truque, importa um pequeno enquadramento: na altura, tive de fazer mistério aos autores quanto à próxima prancha, simplesmente por ter …participado nela. Isto porque, naturalmente, não quis influenciar de forma alguma os seguimentos que se lhe dessem.

Nunca escondi que também ia entrar na iniciativa, mas porque sou quem a organiza importava ter cuidados adicionais. A certa altura vamos votar nas melhores páginas, às quais se atribuirão prémios (que não constitui o objectivo do projecto, mas é só um modo informal de celebrar quem melhor soube abraçar o desafio), e logo aí – por mero princípio moral – achei que não devia de me incluir usando da minha facilidade na parte do desenho. Por isso, tratei de conceber só a sequência (ver o esboço original) mais texto e legendagem, mas deixei o desenho a um outro participante, dos que solicitaram parceria.

Também a altura da (minha) participação foi definida de acordo com a ordem na lista de inscrição, para causar o mesmo desafio narrativo que “sofrem” os demais autores, confrontados com algo ao qual têm de dar continuação. Como só inscrevi o meu nome na 13ª posição, brinco na 13ª página… (sim, é um fetiche ;))

A arte da prancha #13 chega-nos pelo jovem Bruno Patrício, um estudante de Animação, que tem aqui uma das 1ªs experiências na área da B.D., e que, pela parte que me toca, fez um bom trabalho na adaptação do meu texto (e aplaudo o esmero dele no aprimorar do desenho ao limite das capacidades, aproveitando o tempo extra que levou o reactivar do projecto).

O Bruno é rápido a enumerar certos astros dos comics como Carlos Meglia e Humberto Ramos como suas influências artísticas, e tem-se dedicado actualmente à arte digital, na qual dá os primeiros passos.

…As falangetas estão (re)lançadas! Mais Cadavre na 3ª-feira.