O Cadáver Esquisito! volta à vida, após dez anos! Em jeito de rescaldo póstumo, esta iniciativa ergue-se de novo para celebrar não só o 10º aniversário da sua conclusão, que incompreensivelmente continua a manter o título de maior banda desenhada portuguesa de sempre, assim como, por coincidência, o centésimo aniversário da criação do método cadavre exquis, originário de França, no seio do Movimento Surrealista.
Para celebrar esta data, o projecto foi convidado pela org. do 20º Festival Internacional de BD de Beja, em que apresentámos a iniciativa em 2009, para ali realizar uma pequena exposição e apresentar a vindoura compilação em livro.
Embora a mostra seja limitada a vinte pranchas, para as quais se deu precedência aos talentos que ao longo dos últimos dezoito anos mais ligação mantiveram com a comunidade de BD nacional, é uma oportunidade para o grande público conhecer o nosso desafio em arte sequencial e, quem sabe, cativar os leitores para a edição.
A apresentação está marcada para Sábado, 31 de Maio, às 12h, na Casa da Cultura.
22 maio, 2025
Cadáver exumado
13 junho, 2015
52ª prancha!
Toquem as fanfarras – a iniciativa CC:CE está finalmente terminada! Com
esta 52ª prancha, o complicado mas entusiasmante
caminho chega ao fim, e cabe-me a responsabilidade de atar o máximo de pontas
soltas da BD construída até aqui. As partes divertidas ficaram para trás, resta
só dar uma conclusão lógica ao que os mais
de cinquenta autores edificaram.
Tentei dar um desfecho ao plano maquiavélico de
Óscar (que chegou ao seu apex nas páginas #49-#50), reunir os heróis e até abordar a
narrativa paralela dos Ceifeiros (tratados nas pranchas #48-#51). Em teoria, a história
podia continuar ad infinitum, e nesse
sentido qualquer conclusão não passa de um interlúdio, mas espero que esta soe
suficientemente finalizante.
14 maio, 2015
51ª prancha!
Após a 50ª página, estamos de volta com um extra
para suavizar a conclusão do projecto. Um mimo de despedida, pois o fim está perto, muito perto…!
Nesta 51ª
prancha, a autora (e colega de estúdio) Susana Resende, regressa à narrativa das BDs #47-48, focando-se na Ceifeira que surgiu inicialmente no
troço #20-23 e tem estado no centro das atenções desde as #32-42. Com a
sensibilidade que lhe é habitual, a Susana revelou a história da malograda Ceifeira/Anjo
da Morte, que dá um novo contexto ao conflito com Lília Lívida e Grã-Ceifeiro,
enquanto se preparara para saciar a sede de… vingança!
Sobre a autora: Susana Resende é artista plástica e ilustradora autodidacta, mais
tarde licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2005), com
passagem por Escultura (1999) e Vitrinismo (2004). Fez ainda os cursos de Introdução
ao Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes (2001) e Tecnologias de
Informação e Comunicação na Escola Profissional do Montijo (2006), onde também
obteve o Curso de Competência Profissional/CCP (2012).
Estagiou como Técnica Superior de
Expressões Plásticas, na Cercica (2008-2009), e trabalha como freelancer em
ilustração, além de coordenar workshops de Artes plásticas e performances de
desenho ao vivo, como a realizada na Cerciama, na Gala do 20º Pirilampo Mágico
ou no evento musical Festival do Som, em Parede.
Entre a
trintena de exposições realizadas, destacam-se: Paisagem, na Quinta do Saldanha (Montijo, 2005); Esperança, na Galeria Lucília Guimarães
(Guimarães) e Galeria Reversos (Lisboa, 2006); a retrospectiva Perspectivas, na Casa da Cultura de
Melgaço (Minho, 2008), seguida da individual Movimento no Desenho no Movimento, inserida no evento BD ao Forte
(Lisboa, 2012), e as colectivas Entre:Visões,
na Fundação D. Carlos I (Cascais; 2012), O
Infante Portugal em Universos Reunidos, no 23º Amadora BD (2012), e Montijo Faz P’Arte, tida na Galeria
Municipal do Montijo e depois em Canha (2014). Em 2015, participa na mostra Tributo TMNT PT, inserida no XII
Festival Internacional de BD de Beja.
A nível editorial, após passagem pelo projecto O Infante Portugal, participará na saga Aurora Boreal, por José de Matos-Cruz. A
BD de estreia “Sayonara”, in Zona Nippon
2, foi nomeada e ficou no 2º lugar de Melhor Obra Curta, no XII Troféus
Central Comics.07 maio, 2015
50ª prancha!
Bem-vindos de volta ao FIM! Eis a temida 50ª página, durante tanto tempo uma
miragem…! Desde já, PARABÉNS aos amigos e colegas que ao longo dos anos tiraram
do seu tempo e dedicaram o seu talento à iniciativa, levando-a, página após
página, a este momento inédito em
banda desenhada colaborativa nestes moldes em Portugal, o qual só peca por
moroso.
Obrigado a todos/as! Mas como aberração que se preza, não fica por aqui. Faltam dar os últimos suspiros e assentar ossadas, pelo que aguardem por extras nas próximas semanas.
Obrigado a todos/as! Mas como aberração que se preza, não fica por aqui. Faltam dar os últimos suspiros e assentar ossadas, pelo que aguardem por extras nas próximas semanas.
Sobre a quinquagésima BD, coube ao jovem autor
Nuno Lourenço Rodrigues salvar o
dia, aceitando o repto de preencher a lacuna criada por outros; o Nuno esteve
entre os primeiros voluntários em marcar lugar no projecto, pelo que é justo
estar entre os que fecham a porta. E optou aqui por continuar a narrativa
alusiva a Óscar e à horda de andróides concebidos pela Corp-Auto, focada na página #49…
Nuno Lourenço Rodrigues (Lisboa, 1989) é licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e em Design Gráfico pela University of East London (2010). Mais tarde, em 2012, obteve o mestrado em Ilustração e Animação na Kingston University de Londres. Na sequência deste percurso académico, realizou vários fanzines (sem distribuição comercial) onde aliou pela primeira vez a sua vertente ilustrativa à arte sequencial, enquanto que paralelamente fazia diversos trabalhos de design gráfico e ilustração, em regime freelance.
Desde 2014, é residente no The Lisbon Studio - através do qual foi convidado a estar presente no 1º Comic-Con Portugal - onde continua a desenhar monstros, e espera evoluir criativamente e avançar como ilustrador/autor de banda desenhada. Mais recentemente, colaborou com o escritor André Oliveira na 'curta "O Barbeiro que contava histórias", na revista CAIS, e incluída na antologia Casulo (Kingpin Books), e perspectiva integrar o álbum colectivo Portugal 2055, previsto para 2015.
10 novembro, 2014
49ª prancha!
A viagem foi curta – chegámos à penúltima
prancha da iniciativa! Henryk Valadas
é o autor que se segue (com apoio no argumento por Daniel Maia); jovem ilustrador da nossa praça, com presença assídua
na comunidade online de BD e passagem por vários eventos e algumas edições
nacionais.
Voltando à narrativa: Após a aparente
conclusão do caos causado pela impossível-de-aturar Lília Lívida, menina-Monstro
que não é senão a filha do Grã-Ceifeiro, devolvemos agora o foco à vertente Corp-Auto
da narrativa e ao enigmático Óscar…
Sobre o autor: Henryk Valadas nasceu nas Caldas da Rainha onde, desde cedo,
encontrou o gosto pelo desenho; gosto que o levou a formar-se em Design Gráfico
(ETIC, 2006) e mais tarde licenciar-se em Design (IADE, 2013). Ainda antes da
sua vida académica, já havia enveredado pelo sector da BD nacional através de
eventos e iniciativas várias, tais como o Comics-PT (o 1º website de BD portuguesa;
descontinuado), ali publicando a sua primeira BD enquanto autor, “Street
Knights.” Venceu o 1º prémio do concurso de BD “Heróis da Serra da Estrela” e
também co-fundou e participou no grupo AJCOI-BD, no Pinhal Novo – onde reside –,
que produziu a revista de talentos nacionais Sketchbook e o primeiro salão de Banda Desenhada do Pinhal Novo
(ambos já extintos).
Fundou com os colegas Daniel Henriques e
Rui Moura o Split-Up Studio, através do qual criaram a série “Wonderland,” com edição
regular no BDjornal (Ano II), e que
lhes garantiu presença como autores convidados no festival Amadora BD, de 2005
a 2007; porém, infelizmente a publicação desta rúbrica não chegou a ter
conclusão. No seu portfolio, já em regime freelance, constam ilustrações para livros
escolares, colaborações com o Central Comics, a capa do disco de comemoração do
15º aniversário do programa radio Indiegente, o poster da banda To The Fishes
e, mais recentemente, no Tributo Português a Tartarugas Ninja.
07 novembro, 2014
48ª prancha!
O Cadavre
Exquis está definitivamente de novo em rodagem, e depois de breve intervalo
para assimilar o regresso (e quiçá, tempo também para passar em revista as BDs
que ficaram para trás--?), estreamos hoje uma nova prancha, cortesia de Nuno Ribeiro Silva, meu ocasional
colega/colaborador, na sua primeira experiência em arte sequencial.
E a nova página pega directamente onde a
anterior nos deixou…
Sobre o autor: Nuno Ribeiro Silva trabalha como Designer freelance, tendo-se
licenciado em Design de Produção Visual no IADE, e também realizado formações
profissionais em Modelação 3D e Animação. Entre os seus trabalhos gráficos,
destacam-se os grafismos e paginação do fanzine All-Girlz Banzai!, e o design dos álbuns da banda Low Torque, entre
outras.
05 novembro, 2014
Cadavre Exquis, o elenco
A nova “ossada” do Cadavre continua a fazer rondas, via comunicados e redes sociais,
mas ainda antes de carregar a próxima página, segue-se uma curiosidade – um painel
com o elenco mais preponderante que tem surgido na BD colectiva, preparado em
jeito de cábula para os novos autores intervenientes (e que os novos e velhos
leitores também poderão achar útil…)
03 novembro, 2014
47ª prancha!
Por fim, o ‘Cadavre começa o seu último fôlego! Depois do ponto-de-situação no post anterior, eis a 1ª prancha desta breve recta final. E que prancha! Sendo, creio,
a 4ª versão da página #47, mesmo tendo assumindo a sua
produção, só agora, cerca de dois anos depois (i.e. foi desenhada em 2012), é
possível partilhá-la, após estarem asseguradas as próximas BDs. Irra!
Nesta prancha, escolhi fazer uma narrativa
paralela, separada pela coluna esq. e drta, que no fim convergem na imagem final. Optei
também por dar continuação à #44, pela
Carla Rodrigues, que deixou a trupe dos andróides Bernardo e Taz-33 com o bebé
Prof. Octávio, acabados de aterrar na Riverside Resort, prestes a lutar com a
menina-Demónio. Também se estreia aqui, em definitivo, uma figura que até agora
tinha sido apenas simbólica na iniciativa… Quanto ao que se sucede a seguir,
terão de esperar até 4af (5-11).
Como é apanágio, deixo aqui uma breve
biografia minha e link para o meu blog artístico:
DANIEL MAIA
é um ilustrador e autor de BD. Embora autodidacta, estudou Narrativa na
CITEN-Gulbenkian (1995), Desenho na Sociedade Nacional de Belas-Artes (1997) e
Design no IADE (1998). Começou actividade em artes gráficas em 1993, com BD em
jornal escolar, ilustrações institucionais e desenhos em revistas de super-heróis
e fanzines. Após breve ocupação como livreiro, manteve rubrica de BD na Maxmen (2003-2004), de seguida
desenvolvendo conceitos para Platinum Publishing. Em publicidade, fez storyboards e ilustrações para agências
multinacionais, voltando depois à Arte Sequencial em antologias e prosa
ilustrada, antes de se estrear como penciler
no título X da Dark Horse (2014), via
agência Chiaroscuro Studios.
Promoveu a sua primeira iniciativa ainda no liceu – o salão ExpoBD’96 (Montijo) – e de 2003-2010
participou nos eventos Troféus Central Comics, além de assinar artigos para
Bedeteca de Lisboa, Bedeteca de Beja e outros, assim como os projectos
editoriais All-Girlz, Tributo a
Robert E. Howard e Cadáver Esquisito
etc. Por vezes expõe e realiza workshops em escolas e festivais, também sendo
ocasionalmente júri de prémios. Ainda,
co-fundou o Fantasia Estúdios (1995-1997) – o primeiro estúdio português de BD
ao estilo norte-americano – e Banzai Studios (2003-2004), passando depois pelo
grupo Blazt (2005-2006) e Hydra
Studios (2007-2008), até criar o seu estúdio e selo editorial Arga Warga (2009).
Embora não penda para concursos, venceu: Concurso de
ilustração Lupus, promovido pela Crash!/Livraria 9ª Arte (1994); 3º lugar
e prémio Artista Revelação atribuído pela crítica especializada, no concurso Coelho Coelho, da BDmania/NGT (1995);
Prémio Melhor Desenho Nacional no IV Troféus Central Comics (2006); Busca
mundial de talentos ChesterQuest, da
Marvel Comics (2008); e Melhor Fanzine no VIII Troféus Central Comics (2010).
31 outubro, 2014
Regresso do Cadavre!
Não é “Sexta-feira, 13”, mas é parecido; e não
se celebrasse hoje o Halloween, o
dia não seria menos estranho – o Cadavre Exquis está de volta, por uma
última vez!
Volvidos quatro anos(!), as páginas aqui carregadas quase fossilizaram,
porém importa concluir a iniciativa. Mas antes de relançar o projecto, uma
palavra sobre a sua suspensão: o evento, como é natural em qualquer iniciativa
feita por carolice, vive da prestabilidade dos autores, e em menor nível, da
minha disponibilidade para agir como coordenador; quando, em final de 2010,
a minha vida pessoal e profissional sofreu uma viragem, o tempo para dedicar ao
CC:CE também foi reduzido.
Contudo, o maior problema foram as duas participações seguintes, que nunca se materializaram. Devido ao método cadavre exquis, a partir do momento que um 2º autor comece a BD com base na anterior, o encadeamento fica “refém” dessa 1ª
página, e foi o que aconteceu. Embora tenha aguardado (bastante) e tentado
ajudar, uma vez que se tornou óbvio que o participante não pretendia concluir a
colaboração, arranjei modo de fazer a sequência de acções na BD seguinte funcionar
sem a página #47 original. Mas, por azar, o autor da #48 agiu de igual forma,
não concluindo a sua prancha. E assim, a longa espera por estas duas
páginas foi tornada inútil…
Desde então, tentei várias vezes organizar novos autores que relançassem o projecto, mas não foi possível. Por algum
motivo, ninguém quis ou teve disponibilidade para assumir a nova página (e tem
sido notável, ao longo do evento, que as colaborações surgem melhor quanto mais
regulares sejam os carregamentos). Assim, ainda em 2012, decidi fazer uma
excepção à regra e assinar eu mesmo a nova
página #47, que relançasse o CC:CE. Encontrar quem se me seguisse não
foi mais fácil, mas, com tempo, alguns interessados cederam do seu tempo e
talento à tarefa. Obrigado, desde já!
Em suma: demorou, mas a BD colectiva vai prosseguir
até à página #50, e cada nova prancha vai ser partilhada com poucos dias de
intervalo. Talvez fosse viável, através das redes sociais e com surgimento de
novos valores em BD, levar a iniciativa além da meia-centena de páginas,
mas infelizmente a vida profissional não me permite mais dispersares como este projecto exige, por mais criativo e recompensador que ele seja.
O Cadavre
Exquis vai ser enterrado de vez, muito em breve, o que não significa que não
nos possamos divertir entretanto…
Portanto, sacudam os torrões de areia da
farpela e preparem-se para as próximas (novas) pranchas. Até lá, Feliz Halloween!
01 outubro, 2010
46ª prancha!
Boas! Apesar de nova delonga, entrámos “oficialmente” na recta final para a página #50, um número simbólico que todavia vem atestar ao dinamismo de todos os envolvidos e, claro está, à verve criativa deste projecto, que apesar de ocasionais pausas perdura, tão firme quanto qualquer rigor mortis, após DOIS anos de actividade, e dá provas de ter ainda muito para oferecer. Fiquem por aí até final do mês, para mais um punhado de lúdicas e inventivas pranchas.
Nesta página #46, o estreante Hugo Gomes deu continuação ao confronto entre o irrepreensível Óscar e a subversiva CorpAuto, nesta contenda pelo poder sob a tecnologia UMD (Unidade Molécular Destemporizadora) que, com a secreta organização Papal em caos (como visto das pranchas CE1 à CE13), caiu nas proverbiais “mãos erradas”…
Nesta página #46, o estreante Hugo Gomes deu continuação ao confronto entre o irrepreensível Óscar e a subversiva CorpAuto, nesta contenda pelo poder sob a tecnologia UMD (Unidade Molécular Destemporizadora) que, com a secreta organização Papal em caos (como visto das pranchas CE1 à CE13), caiu nas proverbiais “mãos erradas”…
Novato nos meandros da BD, o background em Artes deu ao Hugo oportunidades para desenvolver as suas aptidões gráficas, como se confirma pela sua participação. Leitor de BD desde jovem, aprecia em particular os autores de comics Chris Sprouse, Dustin Nguyen e Giuseppe Camuncoli, entre vários outros. E depois desta experiência, tem em mãos algumas ideias que quer um dia pôr no papel…
O ‘Cadavre regressa do mausoléu na próxima semana. Boas leituras!
O ‘Cadavre regressa do mausoléu na próxima semana. Boas leituras!
08 setembro, 2010
45ª prancha!
Após a reabertura de hostilidades com os posts recentes, e retomado que está o normal encadeamento de participações no evento, carrego hoje por fim a prancha #45. O autor da nova página é o Luís Guerreiro, que integra o núcleo de BD do Atelier Toupeira, de Beja.
Um dos mais antigos colaboradores do Toupeira, o Luís integrou ocasionalmente as expos e edições do grupo, bem como as actividades da Bedeteca de Beja, já em 2005. Entre as BDs assinadas para o Venham+5, fez ainda outros trabalhos para a revista do município e no extinto jornal da região de Sines, com cartoons. Com planos aderir ao Deviantart no próximo trimestre, o Luís quer aumentar o seu portfólio de BD.
E com isto, deixo-vos pendurados mais uns dias. Na próxima semana teremos a página seguinte;)
E com isto, deixo-vos pendurados mais uns dias. Na próxima semana teremos a página seguinte;)
05 setembro, 2010
“O Cadavre Exquis explicado ao Povo e às Crianças”
Enquanto a retoma do evento e revamp do blog prossegue, segue-se um tão-breve-quanto-possível resumo da BD que os nossos 50 autores têm edificado até aqui, para elucidar sobre esta complexa teia de improvisações e reinterpretações. É interessante notar como até os mais loucos desenvolvimentos acabam por assentar no quadro geral da aventura, por exclusiva assimilação e processamento dessas todas variadas nuances. É a “magia” do método cadavre exquis…
Situações insólitas, aparentemente dissociadas,
decorridas num grande hotel, revelam-se parte duma intrincada intriga: uma trindade de
Papas, julgados mortos, testa a tecnologia UMD (Unidade Molécular
Destemporizadora) criada pelo Prof. Octávio, capaz de suspender o espaço-tempo
numa área localizada. Porém, manipulando os operacionais em campo – os agentes Evelina
e Carlão, mais andróide Bernardo e engenheiro Ivanildo – a experiência secreta é
sabotada, paralelamente à tentativa de assassinar o Presidente da
CorpAuto (Corporação Autómata), que num seminário de indústria anuncia ir fazer
cortes orçamentais.
As ocorrências foram causadas por funcionários
de limpeza, subornados a ajudar Carlão, um agente-duplo, infiltrado por Óscar,
um empreendedor que quer monopolizar a UMD. Como parte do plano, o
condicionamento mental de Evelina (previamente raptada) é activada por cartões
mnemónicos, estrategicamente movidos para levá-la a matar os Papas no momento
oportuno e assim instalar o caos no conclave. Apesar de lhes acertar, o
Papa Clemente é salvo por Bernardo, num acto de sacrifício!
O curto-circuito na UMD, embutida no
andróide Bernardo, teleporta inesperadamente o trio – Evelina, Ivanildo e
Carlão – para uma dimensão paralela distópica, onde são absorvidos nas suas contra-partes
daquela realidade. Devido a misteriosas aptidões especiais, Ivanildo é o único
com memória da sua vida original, embora seja desacreditado pelos outros…
Após trama envolvendo um soro secreto, uma Ceifeiro
(ou Anjo da Morte) surge para repor o equilíbrio cósmico, afectado pelo soro,
que estende anormalmente a vida dos utilizadores. A Ceifeiro toma medidas para
eliminar Mestre Dante, o motivador da crise, erguendo zombies para o efeito.
Cercados num laboratório, Ivanildo alivia o sistema da UMD de Bernardo,
afectada pelo curto-circuito original, e que os detinha naquela dimensão, escapando
assim aos mortos-vivos e regressando, junto com Evelina e Bernardo, à sua
respectiva realidade.
No topo do edifício da CorpAuto, Evelina recupera
a sua memória total, incluindo quem a manipulou mentalmente, e desvia um
helicóptero (do presidente da CorpAuto) até ao covil de Óscar, para ali salvar o
Prof. Octávio, que ela se recorda ter ali sido feito prisioneiro. Ivanildo e Bernardo são acolhidos
por Jonas, um engenheiro informático, mas eis quando alguém empurra o andróide para os
tentáculos de Nemo, o kraken-mascote da empresa, donde se sintetizou as células
de energia dos autómatos. Descartando-se, Jonas vai ao encontro de Mimi, secretamente
mandada por Óscar para seduzir Jonas e dele obter os códigos de acesso da
CorpAuto…!
Com Óscar ausente, e apesar da guarda montada
pelo mordomo Alfredobot e mercenários, Evelina liberta Prof. Octávio. Este
confessa hospedar no corpo um protótipo da UMD e arriscam usá-la para suspender
o espaço-tempo e alcançar a CorpAuto a tempo de impedir que Óscar, munido dos
códigos, roube o Capacete Isolador – que possibilita viajar até realidades
alternativas sem danos físicos ou incapacitantes da memória. Com os
equipamentos, o Capacete e a UMD de Octávio, Óscar visava adiantar os seus
planos de supremacia.
Embora
detenham Óscar, Octávio sofre sobrecarga na UMD, ficando preso no limbo
espaço-temporal; seria preciso outra UMD para o salvar… Eis que Bernardo e
Ivanildo regressam, salvos do kraken por Taz-33, andróide-gémea de Bernardo,
mantida na CorpAuto por problema de fabrico. Reagrupados, os andróides usam a
UMD de Bernardo para salvar o seu criador do limbo, enquanto que Evelina e
Ivanildo vão investigar quem os empurrou para os tentáculos de Nemo, podendo tal levá-los até quem minou a organização para qual trabalhavam; mas antes, vão devolver o instável kraken ao mar.
Por
coincidência, a Ceifeiro da anterior realidade alternativa está de férias
naquela baía, após repor o Equilíbrio no seu pelouro cósmico. Ao reconhecê-los,
toma atitude preventiva para evitar futuros incómodos, fundindo a cabeça do
Mestre Dante – um troféu que guardou – ao kraken Nemo e apossando-se da
criatura para colher almas “para a sua reforma…”
Ali,
no Riverside Resort, apesar do disfarce por mutações físicas, a Ceifeiro não passa
despercebida às aptidões extra-sensoriais de Ivanildo, que a confronta, mas acaba
sugado para o reino dos mortos. Entretanto, em forma de menina, surge em cena
uma nova entidade, um super Anjo da Morte, que subjuga a Ceifeiro e lhe suga os poderes, exigindo
ainda a energia atribuída a Nemo e eliminação de testemunhas. Assim, reunirá as
energias funestas de que precisa!...
De seguida, enquanto Evelina caça o kraken enfurecido, é abordada pela Ceifeiro, que ousa contrariar a menina-Monstro; sem outra opção, forjam pacto para enfrentar a ameaça a ambos eliminar a super-Ceifeiro, em troca de a reencontrar com Ivanildo.
No
contínum espaço-temporal, os andróides Bernardo e Taz-33 localizam o Prof. Octávio, agora revertido a bebé e despojado da UMD, mas com a mente intacta. De regresso ao
Resort, deparam-se com os danos colaterais pelo kraken e de seguida confrontam
a super-Ceifeiro. Mas falhada a tentativa de usarem como arma a bomba
anti-neutrões (com a qual iam salvar Octávio), é Octávio que, inesperadamente,
cresce a 5 metros de altura e enfrenta a vilã…!
Simultaneamente,
Mimi e Alfredobot planeiam libertar Óscar da prisão, enquanto que o presidente da
CorpAuto e o seu assistente, o andróide Leonardo X-14, monitorizam tudo e jogam a oportunidade a seu favor; com a empresa em aperto financeiro e os clientes – os
Papas – desaparecidos, vão manter a tecnologia UMD para seu proveito, tentando
livrar-se dos operativos Papais e demais competidores (ie. Óscar) no processo.
…E a aventura continua em breve, com a prancha #45!
02 setembro, 2010
Exumação do Cadavre
Regressou! O 'cadavre esteve fora seis meses, mas após estas férias prolongadas quebra-se agora o enguiço, com a recepção da 45ª página. Contudo, dado o encadeamento de participações ter sido quebrado, esta só será actualizada aqui dentro de alguns dias, para dar maior margem de tempo aos próximos autores para prepararem as suas pranchas. Até lá, teremos uma breve sinopse do plot, para fazer um ponto de situação na aventura.
De resto, com a milestone 50ª página ao virar da lápide, relembro que os interessados ainda podem entrar em contacto, com vista a integrar o evento. Eis o necessário:
1) enviar dados pessoais e amostras/links do portfólio para eventocc6-gmail.com;
2) indicar se assumem autoria completa ou são só argumentistas ou artistas*;
3) dizer em que altura têm disponibilidade para participar, caso haja preferência;
*em casos de dupla sem parceria já formada, ambos os autores (argumentista e artista) serão consultados quanto a aceitar o colega sugerido, sendo da responsabilidade da coordenação indicar um colega.
(imagem esboçada por Nuno R. Silva e finalizada por Daniel Maia)03 março, 2010
44ª prancha!
É com prazer que apresento a página #44, pela jovem autora Carla Rodrigues. Nesta, prossegue o confronto entre os nossos andróides, Bernardo e TAZ-33, e o novo Anjo da Morte, mas com surpresas permeio! Já ouvimos falar de crueldade juvenil, mas isto é ridículo...
A Carla - a 50ª colaboradora no Cadavre Exquis! - é uma autodidacta e talentosa ilustradora que, embora sem background em Artes, conta já com um promissor percurso na àrea. Formada em Biologia, mas artisticamente influênciada por autores tais como Jhonen Vasquez, Roman Dirge, Jim Mahfood e Craig Thompson, a Carla estreou-se na edição com colaborações no projecto editorial Zona, no qual assinou a capa do 3º número. Teve ainda o seu trabalho figurado em marcas de roupa, capas de CDs para bandas, jogos de cartas coleccionáveis e no documentário francês "Suck my Geek!"
Participa ainda no webcomic "A Garagem de Kubrik", com o escritor J.B. Martins, e actualmente colabora ainda no projecto "Night of the Living Dead Reanimated."
Profusamente dispersa pela netsfera, a autora manter regularmente actualizadas as suas páginas em várias redes sociais, como Deviantart, Twitter, Creativestem, DaPortfólio, e o seu blog pessoal.
Há mais pranchas a caminho. "'Bevére!..."
A Carla - a 50ª colaboradora no Cadavre Exquis! - é uma autodidacta e talentosa ilustradora que, embora sem background em Artes, conta já com um promissor percurso na àrea. Formada em Biologia, mas artisticamente influênciada por autores tais como Jhonen Vasquez, Roman Dirge, Jim Mahfood e Craig Thompson, a Carla estreou-se na edição com colaborações no projecto editorial Zona, no qual assinou a capa do 3º número. Teve ainda o seu trabalho figurado em marcas de roupa, capas de CDs para bandas, jogos de cartas coleccionáveis e no documentário francês "Suck my Geek!"
Participa ainda no webcomic "A Garagem de Kubrik", com o escritor J.B. Martins, e actualmente colabora ainda no projecto "Night of the Living Dead Reanimated."
Profusamente dispersa pela netsfera, a autora manter regularmente actualizadas as suas páginas em várias redes sociais, como Deviantart, Twitter, Creativestem, DaPortfólio, e o seu blog pessoal.
Há mais pranchas a caminho. "'Bevére!..."
26 fevereiro, 2010
43ª prancha!
43, que foi um "31"...! Depois de algumas participações goradas, que tardaram o arraque do Cadavre Exquis no começo de 2010, eis que estamos de volta, pela mão de Manuel Mateus.
Mas o nobre cadáver não é o únicoa voltar à carga nesta página #43: regressando à baía de Riverside Resort, após terem salvo do limbo espaço-temporal o prof. Octávio - agora rejuvenescido à forma de bebé -, os andróides Bernardo e TAZ-33 dão com o local destruído. O que terá acontecido na sua ausência? E onde estão os colegas Evelina e Ivanildo?...
Apesar do seu background em multimedia, o Manuel confessa sempre ter tido preferencia por desenho e BD. É pois um novo estreante no evento, que aqui tenta um dos seus primeiros trabalhos mais públicos em banda desenhada. o desenhador admite ainda as influências dos autores Michael Avon Oeming e do espanhol Vitor Santos no seu traço, aos quais espera fazer jus.
Entretanto, há mais 'Cadavres a remexer na campa e prestes a virem juntar-se à dança. Vemo-nos daqui a alguns dias ;)
Mas o nobre cadáver não é o únicoa voltar à carga nesta página #43: regressando à baía de Riverside Resort, após terem salvo do limbo espaço-temporal o prof. Octávio - agora rejuvenescido à forma de bebé -, os andróides Bernardo e TAZ-33 dão com o local destruído. O que terá acontecido na sua ausência? E onde estão os colegas Evelina e Ivanildo?...
Apesar do seu background em multimedia, o Manuel confessa sempre ter tido preferencia por desenho e BD. É pois um novo estreante no evento, que aqui tenta um dos seus primeiros trabalhos mais públicos em banda desenhada. o desenhador admite ainda as influências dos autores Michael Avon Oeming e do espanhol Vitor Santos no seu traço, aos quais espera fazer jus.
Entretanto, há mais 'Cadavres a remexer na campa e prestes a virem juntar-se à dança. Vemo-nos daqui a alguns dias ;)
29 dezembro, 2009
42ª prancha!
Chegámos ao final de mais um ano no evento Cadavre Exquis – e que ano! – mas falta-nos mais uma página para completar o ramalhete. A 42ª e última prancha de 2009 chega-nos pela autora Sónia Oliveira, arquitecta e ilustradora, que com um cheirinho a Goethe e Ingmar Bergman nos narra um pacto firmado entre Evelina e o Anjo da Morte, para se unirem contra o novo Anjo da Morte, que ameaça a existência de ambos…!
A Sónia é formada em Arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa, tendo exercido a profissão em Glasgow nos últimos três anos. Após cursar na Nextart, onde adquiriu experiência em ilustração, tem publicado diversos trabalhos no sector, donde se destacam as capas para a editora NelsondeMatos e arte editorial no DN Jovem.
Em BD, ainda antes de participar no All-Girlz Galore, já havia editado noutras antologias, tais como o Milk+Vodka, na polaca Ziniol, e no anuário The Aesthetica Creative Works 2009, estando também para breve uma colaboração no Gambuzine (II) 02 e no próximo Venham +5 (Bedeteca de Beja).
Dedicada participante em concursos internacionais, já granjeou duas menções honrosas a nível nacional e 2º lugar na categoria Amadores do Festival Internacional de BD de Lódz (Polónia), em 2009.
--E aproveito desde já para desejar BOM ANO NOVO a todos os colaboradores e visitantes do C.E. A construção do nosso inefável cadáver continua em 2010 ;)
Em BD, ainda antes de participar no All-Girlz Galore, já havia editado noutras antologias, tais como o Milk+Vodka, na polaca Ziniol, e no anuário The Aesthetica Creative Works 2009, estando também para breve uma colaboração no Gambuzine (II) 02 e no próximo Venham +5 (Bedeteca de Beja).
Dedicada participante em concursos internacionais, já granjeou duas menções honrosas a nível nacional e 2º lugar na categoria Amadores do Festival Internacional de BD de Lódz (Polónia), em 2009.
--E aproveito desde já para desejar BOM ANO NOVO a todos os colaboradores e visitantes do C.E. A construção do nosso inefável cadáver continua em 2010 ;)
17 dezembro, 2009
41ª prancha!
A página #41 traz um novo colaborador com raízes no cartoon: o Francisco Santos aproveitou a deixa na prévia prancha e decidiu desenvolver a trama do confronto entre os dois Anjos da Morte, com Evelina pelo meio! “Volte de face”, anyone…?
O Francisco é arquitecto e vive actualmente em Estocolmo, onde exerce a profissão. Como actividade paralela, faz ilustrações e outros trabalhos gráficos, entre eles banda desenhada. Após participar num dos concursos do FIBDA, o Francisco começou uma rubrica online no magazine Onda Culta, que de início corria ao ritmo de 1 prancha por mês, embora tenha abrandado desde então. Mas podem ver mais trabalhos no seu outro webcomic, intitulado Não Tens Piada.
O Francisco frisa ter vontade de estreitar relações com projectos de BD nacionais, embora o fazer contactos nesse sentido não lhe seja fácil. Fica portanto o “recado”, com vista a vindouras colaborações…;)
06 dezembro, 2009
40ª prancha!
Estamos na recta final do ano e o ‘Cadavre ainda tem alguma lenha para queimar antes de virar o calendário. E já vamos na 40ª prancha da iniciativa! Parabéns e obrigado a todos os envolvidos até aqui :)
O autor é o meu amigo Daniel Henriques, jovem e talentoso autor do Pinhal Novo, que na sua prestação virou as atenções para os Anjos da Morte, na sequência do CE#37. Sim, ouviram bem: “Anjos”. Plural! Ficamos em suspenso para a pág.#41, que chega em breve... Até lá!
O autor é o meu amigo Daniel Henriques, jovem e talentoso autor do Pinhal Novo, que na sua prestação virou as atenções para os Anjos da Morte, na sequência do CE#37. Sim, ouviram bem: “Anjos”. Plural! Ficamos em suspenso para a pág.#41, que chega em breve... Até lá!
Sobre o Daniel, fã de banda desenhada desde novo, estreou-se na área integrando até 2006 a Associação Juvenil C.O.I., da C.M. Pinhal Novo, tendo participado na capa da Sketchbook #2. Posteriormente, após co-assinar a ‘curta “Zombie Mall”, com colegas do estúdio Split Up, editada in BDjornal #20, escreveu e arte-finalizou os quatro capítulos (dos quais o último ficou por editar) da série “Wonderland”, com os mesmos colaboradores, publicada pela Pedranocharco no BDjornal, entre 2007 e 2008.
Mais recentemente, auto-editou com o luso-canadiano Jay São Bento (co-argumento e desenho) o comic “Bang Bang, Kill Kill”, lançado na convenção Toronto Fan Expo 2008, do qual, por cá, um breve teaser foi incluído no BDJornal #24.
Embora prefira operar em parceria e como ‘inker, esta participação no Cadavre Exquis marca a sua primeira BD a solo e onde assume o desenho.
Mais recentemente, auto-editou com o luso-canadiano Jay São Bento (co-argumento e desenho) o comic “Bang Bang, Kill Kill”, lançado na convenção Toronto Fan Expo 2008, do qual, por cá, um breve teaser foi incluído no BDJornal #24.
Embora prefira operar em parceria e como ‘inker, esta participação no Cadavre Exquis marca a sua primeira BD a solo e onde assume o desenho.
30 novembro, 2009
39ª prancha!
Estamos de volta, com o período de natal à porta, mas o Cadavre Exquis não arreda pé e chega com a 39ª página da iniciativa. O autor é o newcomer Filipe Coelho, que optou por abordar a acção paralela (com partida na pg.33), que foca o “resgate” do professor Octávio, preso em animação suspensa no limbo entre dimensões, após sobrecarga da sua UMD/Unidade Molecular Destemporizadora (na pg.31)…!
O Filipe é um jovem autor algarvio (Loulé), de 25 anos, licenciado em Design de Comunicação e com formação em Pintura. Embora tenha desenvolvido interesses pelas áreas da Escultura e Fotografia durante a faculdade, actualmente dedica-se mais à Ilustração Digital, apenas ainda mantendo como “artesanal” a fase do desenho.
Já o seu gosto pela Banda Desenhada derivou da própria prática do desenho, alimentado pelas revistas que lia, mais tarde evoluindo a sua arte através duma aprendizagem autodidacta, depois complementada em workshops do seu conterrâneo, o autor José Carlos Fernandes. Fruto disso, realizou um mini-comic para o projecto escolar "Kinetic Comic", o qual foi produzido – argumento, arte, design e pós-produção – inteiramente por si. Recentemente, começou a colaborar com o fanzine Zona.
Aguardem pelas próximas pranchas, que o Cadavre já tem penduradas debaixo da chaminé…!
28 novembro, 2009
38ª prancha!
Tempo para um breve interlúdio. Com a participação de LLL, a grafia de assinatura de Luís Lourenço Lopes, a BD #38 volta a focar o vilanesco Óscar, levado pelos seguranças da Corporação Autómata após o confronto com Evelina e Prof. Octávio (na página 33)…
Sobre o autor, LLL é um recém-chegado à comunidade nacional de banda desenhada, embora há bastante tempo seja leitor de BD, em especial do autor Pedro Morais, de quem assume ser fã. Começou a fazer BD em 2008, actividade que apenas realiza nos tempos livres, e estreou-se com pranchas autoconclusivas nos dois números dos fanzines Zona; nomeadamente com o conto “Oeste”, em Zona Zero (Maio 2009), e “Insane”, na Zona Negra (Setembro 2009).
Com tudo em aberto, as (des)aventuras no Cadavre Exquis continuam em breve ;)
Com tudo em aberto, as (des)aventuras no Cadavre Exquis continuam em breve ;)
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